2012 - Actividade Desenvolvida
2012 voltou a ser, sem dúvida, um ano de grandes e extraordinários espetáculos e de renovado reconhecimento dos produtores externos e do público, pela excelência do trabalho desenvolvido pela vossa Associação.
Janeiro
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01 |
Monumental Circo do Coliseu do Porto |
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5 |
"O Quebra-Nozes" - Ballet do Teatro Nacional Russo |
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6 |
"O Lago dos Cisnes" - Ballet do Teatro Nacional Russo |
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22 |
Concerto Promenade – Os Planetas de Holst |
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27 e 28 |
Pedro Abrunhosa: Canções |
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29 |
Apresentação das Viagens Pinto Lopes 2012 |
O primeiro dia do ano foi marcado, como habitualmente, pelo culminar do Monumental Circo do Coliseu do Porto que, em mais um Natal, encheu de magia os sonhos de milhares de crianças. Mas o espírito natalício prolongou-se por mais uns dias com o já habitual “Concerto de Ano Novo” e a apresentação de “O Quebra-Nozes”, cuja ação tem lugar no Natal, e “O Lago dos Cisnes”, dois dos mais famosos bailados do repertório clássico.
O início do ano foi também abrilhantado pelo quinto concerto do 7º ciclo dos Concertos Promenade, com a execução de excertos da obra “Os Planetas” de Gustav Holst, interpretados pela Orquestra Artave, dirigida pelo maestro Luís Machado, que contou ainda com a presença do notável instrumentista Sérgio Carolino, numa magnífica execução do “Concerto para Tuba e Orquestra”, em Fá menor, de Ralph Vaughan Williams.
Durante dois dias, o “cantautor" Pedro Abrunhosa encheu a sala do Coliseu com o seu novo e extraordinário espetáculo “Canções”. O mês de Janeiro fechou com a apresentação dos novos e renovados destinos de Viagens Pinto Lopes.
Fevereiro
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7 |
Ano do Dragão |
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8 a 12 |
É como diz o outro |
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17 |
Guano Apes |
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19 |
Concerto Promenade – O Gato das Botas de Vasco Negreiros |
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25 |
Leandro |
No seu regresso bianual ao Coliseu do Porto, a Associação dos Chineses em Portugal celebrou a entrada no Ano do Dragão com um espectáculo recheado das tradições deste grande império da Ásia Oriental.
Num mês que se marcou pela diversidade de géneros, também o teatro teve lugar no palco do Coliseu, sob o título “É como diz o outro”, uma comédia interpretada por Bruno Nogueira e Miguel Guilherme, que durante cinco dias arrancou as gargalhadas de mais de 12.000 espectadores.
Os germânicos Guano Apes foram a referência da música rock, com o regresso há tanto aguardado pelos fãs, e Leandro a voz do país real com a apresentação do seu novo álbum de originais, “Desesperado”.
O segundo Concerto Promenade do ano 2012 (sexto da 7ª temporada) contou aos jovens, através da música do compositor português Vasco Negreiros e da Orquestra da Escola Profissional de Música de Viana do Castelo, a história de “O Gato das Botas”.
Março
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2 e 3 |
Vodafone Mexefest |
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15 |
“O Lago dos Cisnes” – Ballet do Teatro Nacional Russo |
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18 |
Concerto Promenade – Adagietto da 5ª Sinfonia de Mahler |
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19 |
Feist |
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21 |
LMFAO |
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22 |
Glenn Miller and The Irrisistibles |
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24 |
Reggae Blast |
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27 |
“Giselle” – Russian Classical Ballet |
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28 |
James Morrison |
O Coliseu do Porto recebeu e participou, no início do mês de Março, no Festival Vodafone Mexefest. Durante dois dias, o festival animou a Rua Passos Manuel, trazendo ao Coliseu do Porto grandes nomes como os americanos St. Vincent e Twin Shadow, e ainda os finlandeses The Dø. Na pala do Coliseu, sobre a Rua Passos Manuel, atuaram ainda, a animar a festa, os portugueses Salto.
Ainda no domínio do pop-rock, subiram também ao palco do Coliseu, com três concertos esgotados, a canadiana Feist, os Americanos LMFAO e o britânico James Morrisson. O dia 24 de Março foi animado pela cultura, a música e o lifestyle reggae, num evento que contou com a presença de Dub Inc, mas proporcionou também a descoberta de novas bandas e DJs.
O swing norte-americano também brindou os fãs do género com um concerto da Glenn Miller Orchestra, uma das melhores bandas norte americanas que presta tributo ao famoso músico de Iowa, pela primeira vez acompanhada por uma brilhante actuação das “Andrews Sisters” e o espectacular “The Jiving Lindy Hoppers”.
O bailado marcou também lugar durante o mês, com a apresentação de dois temas do repertório clássico, “O Lago dos Cisnes” e “Giselle”.
Neste mês, o ciclo de Concertos Promenade homenageou Gustav Mahler (ainda inserido nas efemérides dos centenário da morte do compositor – 18 de Maio de 1911) com a interpretação do magnífico Adagietto da sua 5ª Sinfonia, pela Orquestra Sinfónica da ESART dirigida pelo Maestro Alberto Roque.
Abril
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14 |
“Sheherazade e as mil e uma noites” |
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15 |
Concerto Promenade – Abertura de Tannhäuser de Wagner |
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16 |
Moonwalker Michael Jackson – O Grande TributoMusical |
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20 |
Marisa – O regresso aos palcos |
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24 |
Black Label – stand-up comedy |
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27 a 29 |
Fuga |
O Coliseu do Porto associou-se às comemorações do 20º aniversário da Orquestra do Norte, com a apresentação de duas leituras diferentes de Sheherazade, onde as obras homónimas de Ravel e de Rimsky-Korsakov foram apresentadas e coloridas com imagens alusivas a uma das mais fantásticas histórias de todos os tempos, as Mil e Uma Noites.
Dirigido pelo maestro titular da Orquestra do Norte, José Ferreira Lobo, este concerto contou ainda com a participação da soprano Cláudia Pereira Pinto e da prometedora bailarina Mariana Morgado, tendo sido muito aplaudido pelo público que acorreu em grande número.
O Coliseu do Porto foi, ainda neste mês, palco de um tributo a Michael Jackson com o espetáculo “Moonwalker”, no qual um elenco de luxo de bailarinos e músicos interpretaram os temas mais aplaudidos do cantor norte-americano.
O fado regressou a esta grande sala de espetáculos na voz de Marisa, que comemorou, em 2012, o seu 10º aniversário da carreira de fadista.
Durante três dias, o Coliseu do Porto recebeu a peça de teatro “Fuga”, uma comédia vertiginosa com Maria Rueff e José Pedro Gomes à frente de um elenco de grandes atores, que contou ainda com Jorge Mourato, João Maria Pinto e Sónia Aragão.
O Salão Ático foi também palco do divertido espetáculo de stand-up comedy de Rui Sinel de Cordes, “Black Label”.
Este mês, o Concerto Promenade dedicou a sua temática às Aberturas de ópera de Richard Wagner, interpretadas pela Orquestra Sinfónica da ESMAE, dirigida pelo Maestro António Saiote.
Maio
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7 |
Concerto Promenade da Queima das Fitas 2012 |
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8 |
Maria Bethânia interpreta Chico Buarque |
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9 |
XXV FITA |
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11 |
Hermanoteu na Terra de Godah |
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12 |
GNR “Voos domésticos” |
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13 |
Concerto Promenade – Concerto para Piano nº 1 de Tchaikovsky |
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22 |
II Noite de Beneficência |
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23 |
A Bela Adormecida |
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26 |
Maria Gadu |
Maio é, tradicionalmente, na cidade do Porto, um mês associado às festas universitárias trazendo ao Coliseu todos os anos o festival da academia, o XXIV FITA, e também o regresso do Concerto Promenade da Queima das Fitas e a IIª Noite de Beneficência da AEFCNAUP.
Na língua portuguesa, a música soou na voz das brasileiras Maria Bethânia, a interpretar Chico Buarque, e de Maria Gadu, e no espetáculo “Voos Domésticos” onde os portuenses GNR brindaram o seu público com um conceito intimista que revisitou os seus maiores êxitos em novas e surpreendentes versões.
Espaço ainda para o teatro, com a peça “Hermanoteu na Terra de Godah”, apresentada pela companhia brasileira “Os Melhores do Mundo”, e para o bailado clássico, com “A Bela Adormecida”.
O Concerto Promenade habitual, sob o título “Concerto para Piano nº 1 de Tchaikovsky” foi apresentado pela Orquestra Filarmónica da Cidade de Pontevedra e pelo jovem pianista Gonzalo Alvarez, dirigidos pelo Maestro Javier Viceiro, já conhecido do público dos Promenade.
Junho
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1 e 2 |
Spirit of the Dance |
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3 |
Serralves em Festa – Concerto Promenade – “Drumming no Mundo de John Cage” |
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13 |
Prem Rawat – Palavras de Paz |
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15 |
Sessão de Esclarecimento do Partido Socialista |
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17 |
Concerto Promenade – O Veado Florido de Sérgio Azevedo |
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21 e 22 |
Lugares Criativos |
Iniciando-se com o espetáculo de dança irlandesa “Spirit of The Dance, o mês de Junho ficou também marcado pelas apresentações de Prem Rawat, pela sessão de esclarecimento do Partido Socialista e pelas conferências “Lugares Criativos” dinamizadas pela ADDICT.
Foi ainda em Junho, e antes do encerramento do seu 7º Ciclo, que o Drumming – Grupo de Percussão, com direção musical de Miguel Bernat, voltou a marcar presença num Concerto Promenade, pela quinta vez integrado na programação do festival “Serralves em Festa – 40 Horas Non Stop”.
O 7º Ciclo de Concertos Promenade encerrou em festa, com mais um concerto muito especial, “O Veado Florido”, uma obra musical de Sérgio Azevedo sobre um conto de António Torrado, para narrador e orquestra, interpretado pela Orquestra Metropolitana de Lisboa, com direcção do Maestro Pedro Neves. Neste concerto foi sorteado, como habitualmente, um instrumento musical, oferta da Casa Castanheira, entre todos aqueles que assistiram a mais este ciclo completo dos concertos Promenade do Coliseu do Porto.
Este ciclo, que em mais um ano contou com a presença de 10 orquestras profissionais e académicas, foi assistido por mais de 12.000 espetadores e saldou-se por um resultado negativo de € 35.302, suportado pela nossa Associação, perfeitamente justificado, face aos seus objectivos, inteiramente atingidos.
Julho
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6 |
“La Valse” e “A Sagração da Primavera” |
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25 |
Bon Iver |
Em Julho, a Companhia Nacional de Bailado regressou ao Coliseu do Porto para apresentar um espetáculo duplo: “La Valse”, com música de Maurice Ravel, uma curta-metragem em estreia absoluta do considerado cineasta João Botelho, com coreografia de Paulo Ribeiro e a participação dos bailarinos da Companhia Nacional de Bailado; e “A Sagração da Primavera” de Stravinsky, numa coreografia da consagrada Olga Roriz.
O mês fechou com a sala cheia para aplaudir o concerto da banda indie folk norte-americana Bon Iver, que conquistou o público num fenómeno de culto.
Setembro
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15 |
1º Festival Vicious Hip-Hop |
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16 |
Concerto Promenade – O Aprendiz de Feiticeiro de Dukas |
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22 |
Convenção Autárquica do Partido Socialista |
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28 |
Madama Butterfly |
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30 |
Xana Toc Toc |
Após as férias, o público regressou em força ao Coliseu do Porto, para assistir ao 1º Festival Vicious Hip-Hop, que contou com a presença dos principais ícones do Hip-hop português.
Os mais pequenos tiveram também o seu espaço de magia, com uma viagem ao mundo da Xana Toc Toc.
Mas, Setembro marcou também o início da nova temporada dos Concertos Promenade do Coliseu do Porto. Uma vez mais, o sucesso continuado desta iniciativa, destinada a toda a família mas com o seu foco principal na formação dos jovens, conta novamente com o apoio da Câmara Municipal do Porto, através da aquisição de 550 bilhetes para distribuição pelas escolas públicas da cidade, para 9 concertos, permitindo a todas as crianças o acesso a esta iniciativa, e da Casa Castanheira que, no último concerto deste ciclo, oferecerá mais um instrumento musical de classe profissional, a sortear entre os jovens que provem ter assistido ao ciclo completo.
Como novidade nos apoios a este ciclo de Concertos, regista-se a participação das Viagens Pinto Lopes que, no concerto que se realizará no dia 12 de Maio, irão oferecer uma viagem a Londres, para assistir a um dos Concertos Promenade da BBC, no Royal Albert Hall.
Para primeiro concerto, a obra escolhida foi “O Aprendiz de Feiticeiro”, de Paul Dukas, brilhantemente interpretada pela Orquestra Clássica de Espinho, dirigida pelo maestro já conhecido destes concertos, Jean-Marc Burfin.
Realizou-se, ainda, neste mês a primeira das duas óperas coproduzidas com a Orquestra do Norte, ao abrigo do protocolo celebrado com a Secretaria de Estado da Cultura, para o segundo semestre de 2012.
A obra escolhida foi “Madama Butterfly” de Puccini com magníficas interpretações da soprano japonesa Hiroko Morita, no papel de Cio-Cio-San, do tenor Mário João Alves, como Pinkerton, Ana Ferro, a criada Suzuki, Boris Martinovich, como o cônsul americano Sharpless, Carlos Guilherme, a interpretar Goro e Pedro Telles, como Príncipe Yamador, no centro de um elenco de luxo, sob a direção do conceituado maestro espanhol Jose Maria Moreno, que recentemente dirigiu esta ópera no Teatro alla Scala.
Muito apreciados pelo público foram o cenário e o desenho de luzes, com autoria de Ignacio Garcia.
Outubro
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03 e 04 |
Clube de Comédia 2 |
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06 |
Jorge Fernando |
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07 |
Montepio 172º Aniversário |
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11 |
Sétima Legião |
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12 |
Paulo Gonzo – 35 Anos |
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13 |
XXVI FITU “Cidade do Porto” |
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14 |
Concerto Promenade – Prelúdio à sesta de Fauno de Debussy |
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19 e 20 |
Rui Veloso nos Coliseus |
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21 |
Keane |
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25 |
Fausto – Em Busca das Montanhas Azuis |
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27 |
Portuscalle 12 |
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29 |
Dragões de Ouro 2012 |
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30 a 01/11 |
Ornatos Violeta 1991-2002 |
O mês de Outubro inaugurou-se em português, com a sala repleta de público, para rir com a peça “Clube de Comédia 2” dos divertidos Aldo Lima, Bruno Nogueira, Eduardo Madeira,
Francisco Menezes, Nilton e Óscar Branco . E em português se fez quase todo o mês de Outubro, com o fadista Jorge Fernando (em dois concertos, um dos quais comemorativo do 172º aniversário do Montepio Geral), o regresso aos palcos da banda Sétima Legião, o concerto comemorativo do 35º aniversário da carreira de Paulo Gonzo, duas noites para aplaudir aquele que é um dos mais querido músicos portuenses, Rui Veloso, a apresentação do novo trabalho do cantautor Fasto, “Em Busca das Montanhas Azuis”, e o regresso tão esperado dos irreverentes Ornatos Violeta, que encheram de festa o Coliseu do Porto durante três noites. Presente, também neste mês de Outubro, foi o pop-rock britânico, com uma sala cheia para cantar e aplaudir a banda Keane.
As festas estudantis, com os festivais de tunas XXVI FITU “Cidade do Porto” e Portuscalle 12, e a edição 2012 dos Dragões de Ouro, do Futebol Clube do Porto, completaram também o mês.
O 8º ciclo de Concertos Promenade prosseguiu com a obra de Debussy, “Prelúdio à sesta de um Fauno”, interpretada pela Orquestra Filarmonia das Beiras e dirigida pelo maestro Vasco Negreiros.
Novembro
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03 e 04 |
Tony Carreira ao Vivo |
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07 |
Skunk Anansie |
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09 |
Carminho - Coliseus |
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10 |
Pablo Albóran |
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17 |
“O Crepúsculo do Crístico” e “Gianni Schicchi” |
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18 |
Concerto Promenade – Concerto para Violoncelo de Saint-Säens |
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21 |
XI Sarau Cultural AEFFUP |
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23 |
The Gift – Primavera / Explode |
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24 |
God Save the Queen / DSR Queen Tibute Wembley 86 |
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26 |
Rodrigo Leão |
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28 |
“O Quebra-Nozes” – Russian Classical Ballet |
Num mês preenchido com o que de melhor se faz na música portuguesa, nos seus mais diversos géneros, marcaram presença no palco do Coliseu do Porto Tony Carreira, a jovem fadista Carminho, o grupo The Gift e o músico Rodrigo Leão.
Juntaram-se-lhes os britânicos Skunk Anansie, o cantor e guitarrista espanhol Pablo Albóran, o XI Sarau Cultural da AEFFUP e o tributo aos Queen, “God Save the Queen / DSR Queen Tribute Wembley 86”, assinalando o 21º aniversário do desaparecimento de Freddie Mercury e recriando aquele que foi o mais icónico concerto da banda.
Novembro foi ainda o mês da apresentação da segunda produção operática do Coliseu do Porto, realizada com a Orquestra do Norte, ao abrigo do protocolo celebrado com a Secretaria de Estado da Cultura. Numa noite com dois títulos, “O Crepúsculo do Crítico” de Miguel Faria, com libretto de Pompeu Duriense, e “Gianni Schicchi” de Giacomo Puccini.
Foram brilhantes as interpretações de Pedro Telles no papel do crítico, que vive angustiado com o estado lastimável da crítica, da cultura e das artes, cujos livros, discos e DVDs lhe caem em cima da cabeça provocando-lhe um ataque de amnésia, começando a descurar as suas obrigações. A editora do jornal, Ana Maria Pinto, entra em fúria e pede ao diretor para o despromover, passando de crítico principal a estafeta.
Interpretando Gianni Schicchi, Felice Tenneriello chega a casa de Buoso Donati, com sua filha Lauretta, Deborah Leonetti. Sabe que é detestado naquela casa, mas não tiveram pejo em recorrer a ele, agora que estão em apuros. Lauretta, que está perdidamente apaixonada por Rinuccio, pede ao pai que faça algo pelos Donati. Lauretta, com sua célebre ária “O mio babbino caro” consegue amolecer o coração do pai. Gianni expõe o seu plano: já que ninguém fora daquela casa sabe que Buoso Donati morreu, vão avisar o tabelião que a saúde do Sr. Donati piorou muito, e que este quer fazer seu testamento. O cadáver é escondido e Gianni Schicchi, aproveitando a semelhança física com o morto, deita-se no leito para a farsa. Assiste-se então a um espetáculo de ganância, e mesquinhez, quando cada um dos Donati tenta subornar Gianni Schicchi para poder ficar com a maior parte dos bens. Alessia Sparacio como Zita e Giacomo Patti, como Rinuccio, completaram o elenco.
No concerto Promenade deste mês, foi interpretado pela Orquestra do Norte e pela violoncelista Teresa Lli, com direção do Maestro José Ferreira Lobo, o célebre “Concerto para Violoncelo” de Camille Saint-Säens.
Dezembro
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01 a 01/01 |
Monumental Circo do Coliseu do Porto |
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03 |
Harlem Gospel Choir – Concerto de Homenagem a Whitney Houston |
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30 |
Concerto Promenade – Sempre Fidelis de J. Philip de Sousa |
Como todos os anos, em Dezembro, o MONUMENTAL CIRCO DO COLISEU DO PORTO, que se manteve em cena até 1 de Janeiro, voltou a espalhar a magia do Natal, apresentando-se em 44 récitas e contando com a presença de 84.620 espetadores, embora com um ligeiro decréscimo, de cerca de 5%, em relação aos números de 2011. Apesar da crescente aposta da vossa Associação na qualidade das companhias apresentadas, que se vai refletindo num aumento das receitas de vendas de bilhetes ao público (que cresceram cerca de 4% quando comparadas com ano anterior), a atual conjuntura económica e as restrições orçamentais provocaram uma diminuição substancial das festas de Natal de empresas e escolas, sobretudo as públicas, verificando-se no caso das escolas uma redução de 14%.
No mesmo palco onde durante todo o mês foi apresentado o Circo, e fruto da versatilidade da nossa sala e da equipa técnica do Coliseu do Porto, foi uma vez mais possível conciliar, durante este período, um outro espetáculo, desta vez os Harlem Gospel Choir, com um concerto de homenagem a Whithney Houston.
Também já uma tradição e uma presença habitual, a Banda Sinfónica Portuguesa juntou-se ao Monumental Circo do Coliseu do Porto em mais um inovador Concerto Promenade, desta vez sob o ritmo da marcha “Sempre Fidelis”, de John Philip de Sousa.
Mais uma vez, a sala do Coliseu do Porto tornou possível a realização dos mais diversos tipos de espetáculos, graças à sua polivalência, reafirmando o seu papel e diversidade cultural e procurando atingir os mais diversos públicos.